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Queridos amigos, clientes e leitores, para melhor visualização das fotos, mudamos esse blog para:

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Aguardo suas visitas!!!

Abraços…Marina Ushiro.

Alissa tinha pouco mais de 2 aninhos quando demonstrou pela primeira vez o seu encantamento pelo ballet.

Assistíamos “As 12 princesas bailarinas” da coleção da Barbie e ela ficou fascinada pelas lindas princesas que dançavam levemente com toda graça de princesa!

Assim, suscederam-me dias assistindo repetidamente, várias vezes ao dia o mesmo filme. Quando ela percebia que estava no final, já pedia:

-Quero de novo mamãe!

Não importava o que estava fazendo no momento em que a música começasse a tocar; levantava e dançava junto com as princesas bailarinas…aliás, até hoje é assim.

Para incentivar esse gosto pela dança que aflorou dela, procurei uma escola de ballet, mas fui informada que só aceitavam crianças com 3 anos completos.

Há alguns dias, compramos uma saia, um colant e uma redinha de cabelo de bailarina; pena que eu não estava com a minha câmera em mãos para registrar o rostinho de felicidade dela!

Confiram o resultado:

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E na mesma hora dessa “Sessão minha pequena Bailarina”, mostrou que tem outra arte despertando dentro dela: “Minha pequena fotógrafa”!!!!

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bala-de-canela

Quando Marcelo (que hoje teria 25 anos!) começou a ir no primeiro aninho do primário (hoje ensino elementar), ele recebia essas balinhas como troco na cantina e as guardava para me presentear com elas. Ele as adorava e na época eu achava um tanto quanto estranho, pois na minha infância balas de canela eram sinônimo de gente grande.

Era muito fofo ele voltando da escola para casa com 2 balinhas amassadinhas no bolso da pequena calça jeans do uniforme; uma para mim e uma para ele (pois os irmãozinhos não gostavam). Aquele rostinho suadinho, respiração ofegante, mãozinhas pequenas com aquelas balinhas de canela, todo orgulhoso!

Ahhhh….doce saudade!

Ontem meus pais voltaram da casa de minhã irmã de SP e na bagagem trouxeram muitas guloseimas que a tia mandou para Alissa. Entre essas guloseimas, havia um pacote dessas balinhas…

Eu adoro o sabor dela, adoro as lembranças que elas me trazem, adoro o doce sabor da canela que me transportam para aqueles felizes dias em que juntinhos saboreávamos momentos muuuuito doces…

Sempre que as vejo, coloco algumas no oratório e tenho certeza que ele recebe o meu carinho.

Tive vontade de compartilhar isso com vocês, aliás, acostumem-se, pois sempre estarei compartilhando sweet memories.

No ano de 2000, depois do acidente, um anjo nos presenteou com uma fita K7.

Diante do acontecido, com todas as conturbações, essa fita ficou guardada sem nome, sem remetente…ficara esquecida na porta do carro.

Num belo e abençoado dia, coloquei-a no toca-fitas…

…lágrimas escorreram em meu rosto. A emoção tomou conta do meu coração e aquelas suaves palavras penetraram no fundo da minha alma. Que lenda maravilhosa! Quem a teria nos enviado? Não conseguimos descobrir… por isso, digo que um anjo nos presenteou.

À esse anjo, nossa eterna gratidão. Foram palavras que cobriram com um manto os nossos corações dilacerados e nele permanecerá para sempre.

” As duas jóias

Narra uma antiga lenda árabe, que um rabino, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família.

Esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez, por imperativos da religião, o rabino empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.

No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.

Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha tristeza.

Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o rabino retornou ao lar.

Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…

Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse seu banho e logo ela lhe falaria sobre os moços.

Alguns minutos depois, estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:

-Deixe os filhos; primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.

O marido, já um pouco preocupado perguntou:

- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale!

Resolveremos juntos com a ajuda de Deus.

-Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

-Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!…Por que isso agora?

-É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

-Podem até ser, mas não lhes pertence! Terá que devolvê-las.

-Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o rabino respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

-Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

-Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade, isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos.

-Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-las. Eles se foram…

O rabino compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos, derramaram muitas lágrimas.

Extraído do livro “Quem tem medo da morte” “

fonte: http://mensagensepoemas.uol.com.br/pensamentos/esperanca/as-duas-joias.html

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Na maioria das vezes não nos damos conta do preparo que a vida nos oferece.

A minha busca por algo que me mantivesse apaixonada , motivada, inspirada durante quase todo tempo, vem de longas datas.  Tantas coisas já tentei fazer, e como sempre, mergulhava de cabeça; não posso dizer que não deram certo, pois no seu devido momento a grande maioria foi sucesso.  Mas meu coração pedia para continuar com a busca….e incansavelmente, teimosa² que sou, continuei à procura da minha verdadeira vocação.

Durante essa busca, tantas e tantas vezes questionei, inúmeras vezes divaguei e deixei a ansiedade me contagiar…

…mas nada disso era necessário. Era preciso esperar a hora certa e confiar na providência divina.

Somente agora, me deparo com a resposta para os meus questionamentos e minhas divagações. Tudo era um processo de crescimento, preparo, aprendizado para o futuro. Exatamente tudo o que na vida fiz, se tornou indispensável para o trabalho que hoje me proponho a fazer.

O que acho importantíssimo nesse processo todo, é que dentro do meu coração, a vontade de aprender mais e mais é transbordante.

Não estou aqui por acaso do destino, não estou aqui por mera coincidência; só sei que aqui estou para fazer o meu trabalho com toda emoção que o meu coração pode oferecer.

Interessante como a Fotografia entrou na minha vida; interessante como a minha vida já estava dentro da Fotografia e eu não sabia.

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EU FUI…

…uma criança ativa, briguenta e faceira, que brincava na rua com a criançada, todos de sandálias havaianas nos pés, que mesmo legítimas  soltavam as tiras bem na hora do pique-esconde, nos fazendo correr e ao mesmo tempo consertá-las com os polegares, rs… éramos os donos da rua.

…brinquei de bola-queimada, salva, pé-na-lata, mãe-da-rua, esconde-esconde, balança-caixão, polícia e ladrão, beisebol de rua, bétia (com “casinhas” feitas de galhos de árvore e tacos de cabo de vassoura), pula corda (…sal, pimenta, fogo, foguinho!!), pula elástico, carrinho de rolemã, andei de bicicleta escondido, lenço atrás, saquinho…

…e quando chovia, brincava de boneca, casinha, passa anel, stop, detetive…

…aos 13 anos fui da seleção municipal de Handebol e ganhávamos todas (uma vez ganhamos de uma cidade vizinha de 47×1).

…aos 14 migrei pro Voleibol, também na seleção municipal. A carreira acabou aos 16 anos quando uma contusão me afastou da convocação das 20 melhores do estado para serem escolhidas 12 que integrariam a Seleção Paranaense. Foi o meu primeiro sonho a desmoronar.

…fui dançarina do “Murakami Buyoo Dan”, uma escola de dança tradicional japonesa (não a folclórica) dos 7 aos 18 anos.

…cantei Mori Massako, Itsuwa Mayumi, Iwasaki Hiromi, Teresa Ten, Takahashi Mariko…depois, Celine Dion, Whitney Houston, Barbara Streisand, Shania Twain, Laura Pausini, Carpenters…

…desde pequena queria ser Arquiteta e vim a “ser” Designer de Interiores; digo “ser”, porque nunca exerci.

…tive uma lojinha (linda!) no interior de São Paulo e uma fábrica de necessaires que foram sucesso ao seu tempo.

…desenvolvi estampas exclusivas para confecções femininas e infantis, à mão livre depois digitalizadas; aquarela em seda pura e aerografia em seda pura.

…fui assim;  e hoje  procuro aplicar tudo o que na vida aprendi, na minha fotografia.

Segue abaixo, uma pequena amostra do trabalho de desenvolvimento de estampas.

provas à mão livre

provas à mão livre

fase de digitalização

fase de digitalização

MINHA VIDA

Aos poucos me vejo olhando para trás e encontrando uma longa estrada que não mais está ao alcance de meus olhos, entretanto, em meu coração e em minhas lembranças, vivo cada passo nela percorridos…

Uma estrada por muitas vezes tortuosa, repleta de obstáculos, verdadeiras rochas e subidas íngremes a serem escaladas… por quantas vezes quis chuva quando havia sol e clamei por sol quando chovia torrencialmente.

Quantas vezes senti aquela sensação de liberdade, alegria incontrolável e quantas vezes me senti impotente  e irremediavemente doente diante de uma situação sem volta.

Assim, entre alegrias e tristezas, vim percorrendo essa longa estrada.  Hoje, vejo que cada fragmento de rocha, cada brisa agradável ou ventania indesejável, cada suor derramado, cada lágrima que se negava a secar, cada sorriso amigo ou desprezo indevido, fizeram de mim o que sou.

Nascida sob o signo de Dragão,  Taurina, teimosa² por natureza, perfeccionista,  sonhadora incurável, apaixonada e extremamente sentimental e emotiva;  me entrego de corpo e alma ao que me proponho.

Ponho-me de pé à frente dessa estrada e vejo que o presente dependeu do passado.

Vivo hoje no intuito de fazer o melhor no presente para ter esperanças de um futuro que conte uma bela história.

Vivo hoje, valorizando as pequenas alegrias, os pequenos atos, os mais corriqueiros momentos, que somados resultam em imensa felicidade.

Troca...

fotos por Raphael Fraga 

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